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Sobre não se definir pela trajetória do Outro
Comparar-se tende a surgir de forma quase natural nos pensamentos, nas decisões e nas percepções humanas, pois desde muito cedo as conquistas, habilidades e escolhas dos sujeitos passam a ser avaliadas a partir de padrões que carregam ecos de expectativas familiares, sociais e culturais, entrelaçados a histórias de desigualdade. O que é extremamente valorizado por um contexto pode parecer irrelevante em outro, e o cotidiano se transforma em um espaço de pequenas medições — no
Fernanda Ferreira
8 de mar.2 min de leitura
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